Foto e vídeo como prova
Foto como prova judicial: fotografe e filme com GPS, data e hora que se comprovam
Foto como prova judicial só pesa de verdade quando dá para comprovar quando, onde e por quem ela foi feita — e que ninguém a editou depois. Na Prova Protegida você fotografa e filma pelo próprio sistema, no celular, e cada arquivo sai com GPS, data e hora registradas pelo servidor, hash SHA-256 e cadeia de custódia, num relatório técnico em PDF.

Por que a foto comum é fácil de contestar
O art. 422, § 1º do CPC diz que fotografias digitais fazem prova das imagens que reproduzem, mas, se forem impugnadas, é preciso apresentar a autenticação eletrônica ou fazer perícia. E impugnar ficou fácil:
- A data e o local que aparecem no arquivo (metadados EXIF) podem ser alterados com ferramentas comuns.
- O relógio do celular pode estar errado, por engano ou de propósito.
- Foto enviada por aplicativo de mensagem é recomprimida e perde os metadados.
- Com a IA generativa, editar ou fabricar uma imagem convincente leva minutos — e a dúvida sobre qualquer foto virou padrão.
Por isso a pergunta do juiz e do perito não é "a foto existe?", e sim "dá para confiar na data, no local e na integridade?". O guia deepfake e edição por IA explica isso em detalhe.
Captura ao vivo: o que muda
Na Prova Protegida, a foto e o vídeo são feitos dentro do sistema, pela câmera do celular. Não existe um "antes" em que o arquivo poderia ter sido editado:
- GPS com precisão: a coleta só libera quando a localização é boa o bastante, e a precisão fica registrada.
- Data e hora do servidor, não do relógio do aparelho.
- Vídeo com áudio na mesma sessão das fotos, mostrando o contexto de cada imagem.
- Hash SHA-256 de cada arquivo no dispositivo e no servidor: qualquer alteração depois muda o hash.
- Originais preservados em ZIP, sem recompressão, para reanálise por perito.
Casos de uso
| Situação | O que registrar |
|---|---|
| Vistoria de imóvel (entrada e saída do aluguel) | Cada cômodo em vídeo contínuo, paredes, piso, pintura, instalações, medidores e as chaves |
| Acidente de trânsito | Posição dos veículos, danos, placas, sinalização e o local, antes de tirar os carros |
| Obra e reforma | Andamento, vícios, infiltrações e o estado do vizinho antes do início |
| Dano em produto ou entrega | Embalagem, etiqueta, abertura da caixa e o defeito, em um único vídeo |
| Entrega de chaves e de imóvel | Estado final, leitura de medidores e a entrega em si |
| Sinistro para seguradora | Extensão do dano no dia, com local e hora comprováveis |
Para vistorias, o guia vistoria com fotos, GPS, data e hora traz um roteiro completo.
Passo a passo para fotografar e filmar como prova
- Crie a conta grátis pelo celular. Funciona no navegador, sem instalar aplicativo.
- Toque em "Fotografar ou filmar" e permita o acesso à câmera, ao microfone e à localização.
- Espere o GPS ficar preciso. O sistema mostra a precisão em metros e só libera quando está boa.
- Grave o vídeo e tire as fotos na mesma sessão. Comece por um plano geral do local e depois aproxime nos detalhes. Narre o que está mostrando: o áudio fica no vídeo.
- Toque em "Parar e rever", confira as fotos e envie. Os arquivos recebem hash no aparelho e são conferidos no servidor.
- Gere o relatório técnico em PDF e baixe o ZIP com os originais.

O que o relatório traz
- Cada foto com coordenadas GPS, precisão, data, hora, resolução e hash SHA-256.
- O vídeo da sessão com áudio e o seu hash.
- Linha do tempo da cadeia de custódia e manifesto dos arquivos.
- QR code de verificação pública.
- Nos planos pagos, a âncora do hash na blockchain Polygon.
O registro comprova quando, onde e com qual dispositivo a imagem foi feita, e que o arquivo não mudou depois. Ele não impede que alguém encene algo diante da câmera, não confere fé pública e não garante que a prova será aceita: quem valora é o juiz (art. 371 do CPC).
Quanto custa
| Opção | Preço | O que inclui |
|---|---|---|
| Free / Teste | R$ 0 | 1 sessão de teste para conhecer o sistema |
| Sessão avulsa | R$ 59 | 1 sessão, sem assinatura; não expira |
| Básico | R$ 97/mês | 2 sessões por mês, 30 dias de guarda |
| Profissional | R$ 197/mês | 5 sessões por mês, 90 dias de guarda |
| Empresarial | R$ 597/mês | 20 sessões por mês, 180 dias de guarda |
Cada sessão é uma coleta completa: até 40 minutos de gravação no navegador remoto, ou um registro em campo com fotos e vídeo, ou um envio de arquivos. Pagamento por PIX, sem fidelidade. A âncora do hash na blockchain Polygon é dos planos pagos. Veja todos os detalhes em planos.
Perguntas frequentes
Foto e vídeo valem como prova judicial?
Sim. O CPC admite fotografias e vídeos como prova (arts. 369 e 422). Se a outra parte impugnar, é preciso demonstrar a autenticidade, por autenticação eletrônica ou perícia (art. 422, § 1º). Registrar com GPS, data do servidor, hash e originais guardados torna essa demonstração muito mais simples.
Como garantir a data e o local de uma foto?
Não confie nos metadados do arquivo nem no relógio do celular, que podem ser alterados. Fotografe por um sistema que registre a data num servidor e o GPS com precisão no momento da captura, e que calcule o hash do arquivo na hora. É o que a Prova Protegida faz em "Fotografar ou filmar".
Posso usar fotos que já estão na minha galeria?
Pode, em "Enviar arquivos". Elas recebem hash e entram na cadeia de custódia a partir do envio. Mas o registro não cobre o que aconteceu com a foto antes disso. Sempre que puder, prefira fotografar e filmar ao vivo pelo sistema.
Funciona sem internet?
Não. A data e a hora vêm do servidor e o hash é conferido na chegada, por isso a coleta precisa de conexão. Em locais sem sinal, registre assim que tiver conexão, ainda no local.
Serve para vistoria de imóvel alugado?
Serve e é um dos usos mais comuns. Grave cada cômodo em vídeo contínuo e fotografe os detalhes na entrada e na saída. Veja o roteiro em vistoria de imóvel alugado.
Quanto tempo de vídeo cabe numa sessão?
Até 40 minutos de gravação por sessão, com quantas fotos forem necessárias. Cada sessão usa uma das sessões do seu plano; a primeira é grátis.