Vítima de golpe, ameaça ou ofensa
Como provar golpe do PIX, ameaça e assédio: guarde as provas antes que sumam
Como provar golpe do PIX, ameaça ou assédio por mensagem? Guardando, o quanto antes, a conversa, o perfil do golpista e os comprovantes, de um jeito que não dê para dizer que foi montado. Golpistas apagam mensagens, trocam de perfil e somem em horas. Na Prova Protegida você registra tudo isso pelo navegador, com vídeo, hash SHA-256, data e hora, e leva um relatório técnico em PDF ao banco, à delegacia e ao advogado.

Primeiro: o que fazer nas primeiras horas
- Fale com o seu banco imediatamente pelos canais oficiais e peça a abertura do MED (Mecanismo Especial de Devolução) do PIX, criado pelo Banco Central para casos de golpe e fraude. Quanto antes, maior a chance de bloquear o dinheiro na conta de destino.
- Não apague nada: nem a conversa, nem o contato, nem os comprovantes.
- Registre as provas antes que o golpista apague as mensagens ou o perfil (veja o passo a passo abaixo).
- Registre o boletim de ocorrência. A maioria dos estados permite fazer pela delegacia virtual, na internet.
- Avise seus contatos se o golpe usou o seu nome ou a sua foto.
Não somos banco nem polícia e não recuperamos dinheiro. O que fazemos é preservar as provas com rastreabilidade, para que o banco, a delegacia e o seu advogado tenham material confiável.
Quais provas guardar
| Situação | O que registrar |
|---|---|
| Golpe do PIX | A conversa inteira com o golpista, o número e o perfil dele, o anúncio ou link que levou ao golpe, o comprovante do PIX (com a chave e o nome do recebedor) e o protocolo do banco |
| Ameaça por WhatsApp ou rede social | As mensagens no contexto, o número ou perfil de quem ameaçou, áudios e qualquer menção a você ou à sua família |
| Assédio por mensagem | A sequência de mensagens ao longo do tempo (a repetição importa), o perfil de quem envia e as suas tentativas de bloquear ou pedir que pare |
| Ofensa, calúnia ou exposição | O post, comentário ou story, o perfil que publicou, a data e o alcance (curtidas, compartilhamentos) |
A lei protege a vítima: a fraude eletrônica tem pena aumentada no Código Penal (art. 171, § 2º-A, incluído pela Lei 14.155/2021); ameaça é crime (art. 147); perseguição, inclusive pela internet, também (art. 147-A, incluído pela Lei 14.132/2021); e calúnia, difamação e injúria estão nos arts. 138 a 140.
Passo a passo para guardar as provas na Prova Protegida
- Crie a conta grátis. A primeira sessão não custa nada e não pede cartão.
- Conversas e perfis: escolha "Página da internet (com áudio)", abra o WhatsApp Web, o Instagram ou o site do anúncio no navegador remoto e percorra tudo com calma, mostrando o número ou o perfil do golpista. Toque os áudios durante a gravação.
- Comprovantes e prints que você já tem: use "Enviar arquivos" para o comprovante do PIX, e-mails e documentos. Eles recebem hash a partir do envio.
- Ameaça presencial ou dano no local: use "Fotografar ou filmar", com GPS, data e hora.
- Gere o relatório técnico em PDF e baixe o ZIP com os originais. Anexe o PDF ao boletim de ocorrência e entregue uma cópia ao banco e ao advogado.
Por que isso ajuda no boletim de ocorrência e no processo
Prints soltos são fáceis de questionar: não mostram de onde vieram nem se foram editados. O relatório mostra o contexto (a conversa sendo percorrida), a data e a hora registradas por um servidor e o hash de cada arquivo, que denuncia qualquer alteração. Quem recebe o relatório confere a autenticidade sozinho, pelo QR code, em validar.
O relatório prova o que estava na tela no momento da coleta e que os arquivos não mudaram depois. Identificar o golpista depende da investigação e dos dados que bancos e plataformas fornecem por ordem judicial. Não garantimos a aceitação da prova nem a devolução do dinheiro.
Quanto custa
| Opção | Preço | O que inclui |
|---|---|---|
| Free / Teste | R$ 0 | 1 sessão de teste para conhecer o sistema |
| Sessão avulsa | R$ 59 | 1 sessão, sem assinatura; não expira |
| Básico | R$ 97/mês | 2 sessões por mês, 30 dias de guarda |
| Profissional | R$ 197/mês | 5 sessões por mês, 90 dias de guarda |
| Empresarial | R$ 597/mês | 20 sessões por mês, 180 dias de guarda |
Cada sessão é uma coleta completa: até 40 minutos de gravação no navegador remoto, ou um registro em campo com fotos e vídeo, ou um envio de arquivos. Pagamento por PIX, sem fidelidade. A âncora do hash na blockchain Polygon é dos planos pagos. Veja todos os detalhes em planos.
Perguntas frequentes
Como guardar provas de golpe por PIX para o boletim de ocorrência?
Registre a conversa inteira com o golpista mostrando o número ou o perfil, o anúncio ou link do golpe e o comprovante do PIX com a chave e o nome do recebedor. Na Prova Protegida isso vira um relatório em PDF com vídeo, hash e data, que você anexa ao B.O. Antes de tudo, avise o banco e peça o MED.
Como provar ameaça no WhatsApp?
Não apague a conversa. Grave-a sendo percorrida, mostrando o contato e as datas, e toque os áudios durante a gravação. Ameaça é crime (art. 147 do Código Penal) e o relatório com vídeo, data e hash ajuda a delegacia a entender o contexto. Em caso de risco imediato, ligue 190.
O golpista apagou as mensagens. E agora?
O que foi apagado do seu lado não aparece mais na coleta. Registre o que sobrou e o comprovante do PIX, e informe ao banco e à delegacia que houve exclusão: os dados do provedor podem ser pedidos na investigação. Por isso o recomendado é registrar assim que perceber o golpe.
A Prova Protegida recupera o meu dinheiro?
Não. A devolução depende do banco, do MED do PIX e, se for o caso, da Justiça. O que fazemos é preservar as provas de forma rastreável para fortalecer o seu pedido.
Assédio por mensagem no trabalho pode ser provado assim?
Sim. Registre a sequência de mensagens ao longo do tempo, o perfil de quem envia e as suas respostas. A repetição é parte importante da prova de assédio. Veja o guia provas de assédio por mensagem no trabalho.
Quanto custa?
A primeira sessão é grátis. Depois, a sessão avulsa custa R$ 59, sem assinatura, e os planos mensais vão de R$ 97 a R$ 597. Pagamento por PIX.